Daniela Mercury e Caetano Veloso são dois artistas sustentados com grandes parcelas de dinheiro público durante os governos petistas por meio da chamada Lei Rouanet – lei de incentivos fiscais para atividades culturais, mas que era utilizada para comprar a opinião de parcela da elite artística brasileira. Porém, com o novo governo comandado por Jair Bolsonaro, tais recursos têm sido reduzidos, desagradando a “Turma do Dendê”.
Para continuar destilando seu esquerdismo crônico, os cantores baianos lançaram a nova tentativa de música de protesto: “Proibido o Carnaval”, reclamando de um suposto totalitarismo do Governo Federal e da redução das verbas públicas para a realização do carnaval, além de, novamente, fazer piada com a ministra da pasta Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves. No fim do clip, é dedicada uma homenagem ao ex-deputado federal, Jean Wyllys, que saiu do Brasil por supostas ameaças.
Essa pataquada destinada a ser um hino da chamada resistência mostra o quanto boa parte da elite artística nacional está desconectada da população. Como consequência, tais artistas vêm perdendo cada vez mais espaço e parcela considerável da população não consome seus produtos – sempre mais caros e ideologizados. Para esta parcela ínfima da sociedade, vale mais garantir o público cada vez mais elitista em nome da ideologia, mantendo os nomes hipócritas de Música Popular Brasileira e intervenção artística.
No próximo show de Caetano Veloso, o ingresso mais barato custa R$ 179. Para desfilar junto a Daniela Mercury, no Carnaval de Salvador, paga-se a bagatela de R$ 350 por dia de folia. Se é para chamar algo de música popular brasileira, acessível às populações mais pobres que esta elite diz defender, chamemos então os shows de funk, pagode e sertanejo universitário. É este tipo de música que toca nas rádios destinadas à programação de massa, como no caso da FM O Dia, rádio sediada no Rio de Janeiro e que mantém índices de audiência elevados, enquanto rádios destinadas à MPB patinam na audiência e algumas chegam mesmo a fecharem as portas – como no caso da MPB FM.
O grande pensador e economista Ludwig von Mises mostra em seu livro A Mentalidade Anticapitalista que o elitismo é um gerador natural de anticapitalismo. Mises apresenta com propriedade como o cidadão que desenvolve determinada atividade e vê que o seu produto ou serviço não é consumido pela população decide culpar o capitalismo pelos indivíduos não terem os mesmos gostos. Esta elite que participa das festinhas no Leblon e integra o mundo mágico do Projaquistão quer decidir a todo custo o que você deve ouvir, o que você deve comer, o que seu filho deve vestir e em quem você deve votar.
Estes artistas só se esqueceram de combinar com as pessoas. Como dizem por aí, “quem lacra, não lucra”. Programas de TV que tinham como única finalidade dar espaço na mídia para os membros da resistência Rouanet sofrem com a audiência e são descontinuados, como o “Amor e Sexo”, da psolista Fernanda Lima; e a porta de entrada da lacrosfera, o “Encontro”, comandado por Fátima Bernardes. A única coisa que os artistas de esquerda têm ganhado nos últimos tempos é a antipatia da população que continua não consumindo a “arte” produzida por estes seres. No auge da Lei Rouanet estes ganhavam para fazer propaganda petista, mesmo que ninguém quisesse comprar um CD ou assistir a um show. O desespero com o fim da mesada tem como resultado a raiva desses elitistas que desejam apenas controlar a mente das pessoas.
O Brasil mudou. Os brasileiros não aceitam mais nenhuma forma de controle por parte de governo, corporações e elites artísticas. Enquanto estes indivíduos continuarem achando que o possível público consumidor é obrigado a consumir o lixo cultural supostamente intitulado “arte”, tudo que ganharão é descrédito e raiva das pessoas. Somos um povo livre que não irá aceitar nenhuma forma de coerção, seja do Estado, seja de elementos que dizem em um momento que é “proibido proibir”, mas, quando contrariados, querem censurar Deus e o mundo.


1 comentário
Quando o inimigo faz besteira, deve-se manter a boca fechada.